

JORGE LUIS BORGES
Talvez na morte para sempre sejamos,
Quando o pó for poh, Essa indecifrável raiz, Da qual para sempre crescerá, Equânime ou atroz, Nosso solitário céu ou inferno. Do poema "ALGUÉM".
Jorge Luis Borges
Enviado por rub levy em 23/03/2026
Alterado em 23/03/2026 Comentários
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