

DUNAS BRANCAS
Um arrozinho branco, bem branquinho.
Um saveiro na Bahia azulzinho. Um vento na face, uma brisa leve. Um pensamento fugaz, um bem breve. Uma manhã para nunca esquecer Que passou o arroz, o vento e o saveiro. Minha poesia continua a ser, Entretanto, do nosso axé celeiro. Ela guarda em palavras nosso amor. Formando versos de arrozinho branco Sopra brisa leve, que é tu, oh flor. Aqui sentado neste duro banco Reflito fugazmente nossa vida. Escrevo, então, pela manhã comprida.
rub levy
Enviado por rub levy em 21/03/2026
Alterado em 21/05/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|