

CONFESSO QUE VIVI
Abri trilhas entre planaltos
Estradas retas nas planícies Veredas em montanhas íngremes Serpenteando por encostas. Sonhei esperanças bandeirantes Rumos novos rumos antigos Vi revoluções por minuto Batalhas vencidas perdi. Singrei mares cruzei tormentas Rios e corredeiras bravas Viajei por fronteiras raras A ti confesso que vivi. Os caminhos que percorri Enfim trouxeram-me de volta A terra seca rubra amada Útero de minha jornada. Homenagem ao poeta Pablo Neruda.
rub levy
Enviado por rub levy em 26/01/2026
Alterado em 29/01/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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